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Escola Secundária José Saramago - Mafra

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O QUE EU NÃO QUERO SER E PORQUÊ III


Imagem daqui.




Não quero ser presunçosa;
não quero ser egoísta;
não quero que o medo se apodere de mim;
não quero ser insegura;
não quero ser preguiçosa;
não quero ser medrosa;
não quero ser tão «coração mole»;
não quero ser ingénua;
não quero deixar-me levar pelo que não interessa;
não quero perder de vista os meus objetivos;
não quero ser solitária;
não quero deixar para trás quem amo;
não quero ficar presa a quem só me quer mal;
não quero abandonar ninguém;
não quero deixar de amar;
não quero deixar de sorrir;
não quero ser triste;
não quero ser vulgar;
não quero ser maldisposta;
não quero ver o mundo com olhos tristes ou zangados;
não quero ser a pior versão de mim mesma;
não quero esconder a minha melhor versão;
não quero passar despercebida;
não quero ser ninguém;
não quero não ser eu;
isto tudo porque quero ser feliz.

Elisabete Domingos, Aluna do 12º CT4 desta Escola.



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

AS MINHAS PALAVRAS PREFERIDAS (E AQUELAS QUE DETESTO)


Vincent Van Gogh, Le café de nuit (1888).
Imagem daqui.




Pode parecer estranho, mas o meu instinto leva-me a dizer que as minhas palavras preferidas são o cor de laranja, o amarelo e o verde, enquanto as que detesto (não é somente não gostar, é mesmo detestar) são: o preto, o roxo e o castanho. Mas porquê as cores? Não devem significar unicamente a tonalidade que designam?

Ao contrário de muita gente talvez, para mim cada cor está associada a uma sensação, a uma memória ou, até mesmo, a uma pessoa. Neste caso, sinto a necessidade de, em primeiro lugar, mostrar os tópicos ou as palavras a que mais sou sensível: o preto representa uma pessoa da minha vida que me marcou da forma mais negativa; o roxo e o castanho são duas cores associadas às nódoas negras, à dor.

Por outro lado, as cores que me representam hoje em dia, que contribuíram para formar a pessoa que sou, são: o laranja - a cor do pôr-do-sol, a cor que aquece o coração e que me lembra a amizade; o amarelo - a cor da alegria, do sol que me faz sentir feliz; por fim, o verde - a cor da esperança, que me leva a acreditar que existe sempre um novo dia, um recomeço.

Texto da autoria de uma Aluna do 12º SE1.



sexta-feira, 13 de outubro de 2017

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

CONFISSÕES II


Imagem daqui.




Não sou melhor que ninguém, mas tento ser melhor do que eu própria a cada dia que passa.

Irina Pedroso, Aluna do 12º CT4 desta Escola.



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

CONSELHOS QUE DARIA A UM MARCIANO ACABADINHO DE ATERRAR NA MINHA RUA... II


Imagem daqui.




Seria interessante se um marciano aterrasse agora mesmo na minha rua. Se isso acontecesse, dar-lhe-ia alguns conselhos para viver aqui, na Terra.

«Não sei como funciona o teu planeta» - dir-lhe-ia - «mas a verdade é que aqui na Terra somos todos diferentes; infelizmente, nem sempre a diferença é vista como uma característica da diversidade, mas, sim, como algo estranho e repugnante... Enquanto aqui permaneceres, deves respeitar as características daqueles que te rodeiam e dar o teu máximo para que cada pessoa possa viver em paz e harmonia consigo mesma e com os outros. Deves ser humilde, ajudar aqueles que necessitam e sobretudo preservar a vida!

Não sei se sabes, mas existem alguns seres que habitam neste planeta que não respeitam a vida, que se acham donos e senhores do mundo, matando e causando sofrimento apenas porque acreditam que o ser humano é superior... No entanto, há algo maravilhoso que não posso deixar de te referir: a Natureza. Fazem parte dela uns seres muito especiais, os nossos melhores amigos, aos quais chamamos Animais. São sempre fiéis e amam-nos de forma incondicional. Lamentavelmente, nem sempre são considerados e respeitados como merecem. Estes seres maravilhosos contribuem para a fantástica paleta de cores que compõe o nosso planeta, em conjunto com o verde das árvores, o castanho da terra, o azul do mar e do céu, a luz do sol e o brilho da lua.

Vivemos num planeta admirável, repleto de tonalidades e aromas, mas os seres humanos nem sempre mostram apreciar estas riquezas. Apesar dessa ingratidão, somos capazes de grandes proezas, como amar incondicionalmente, cuidar e ajudar, construir, criar e inovar, pensar e refletir, abraçar e sorrir!»

Joana Miranda, Aluna do 12º CT3 desta Escola.



terça-feira, 10 de outubro de 2017

ANA HATHERLY E O BARROCO - NUM JARDIM FEITO DE TINTA


Ana Hatherly (1929-2015), Sem título (1972). Tinta da China sobre papel.
A imagem e todas as informações encontram-se aqui.



Exposição-ensaio patente na Fundação Calouste Gulbenkian, de 13 de outubro a 15 de janeiro de 2018.